sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Não era pra ser assim...

Capítulo 6: A Echarpe

Enquanto isso, dentro do táxi, Scarllet ainda se recuperando da situação que acabara de passar, pega seu celular e faz uma ligação. Seu sotaque trancado chama atenção do taxista que levemente olha pelo retrovisor.
Scarllet conversava em finlandês com seu marido, perguntando por Melissa. Chegando até a casa de sua tia Laura, ela sai do táxi deixando sua echarpe cair na calçada, quando ela abaixa para pegar e uma mão vem para pegar junto com ela, ela levanta vagarosamente, ela já havia sentido aquele calor antes...

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Outono

Segurava o lápis olhando para o caderno velho, lá fora uma parte da árvore o vento balançava, era o que ela via quando olhava para a janela, não sabia o que colocar nas folhas amarelas. Era tarde e ameaçava chover, pensou na hipótese de deixar para outro dia e simplesmente ler um bom livro, mas ficava perdida ali naquele não chove e não molha, nem escrevia, nem lia, nem fazia nada. Estava tão desbotada quanto as cores lá de fora...

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Não entre nessa fria!

Dar ouvidos às pessoas é uma das coisas que eu mais me arrependo na vida. Então ouça o meu conselho (irônico neste post, não?) não dê ouvidos às pessoas. Elas sempre são negativas, sempre vão te colocar para baixo e sempre vão tentar te convencer do contrário.

Acredite nas suas convicções, acredite nos seu ideais, mas dê ouvidos, sim, àqueles amigos que acreditam junto com você, mesmo quando no fundo eles não acreditam de verdade, mas fazem questão de te mostrar o contrário porque sabem que seu apoio é importante para você.

É isso. Um Natal abençoado à todos!



Música: Firework da Katy Perry

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Há muito tempo...

Estou com saudade de escrever. Colocar tudo o que invade a minha mente, tudo que me perturba, que me revolta e me deixa indignada para fora. Mas também colocar as minhas ideias mais profundas que às vezes beiram à loucura, aquelas que surgem na minha cabeça quando eu penso que posso salvar o mundo.
Há muito tempo que eu não escrevo nada aqui no meu canto, onde eu abro espaço para quem quiser entrar. E é muito bom estar aqui novamente, escrevendo... As palavras presas dentro de mim são tantas que eu não sei por onde começar. Então começo assim...

Começo então falando sobre 'Augusto Cury'. Tive a oportunidade de ler este autor maravilhoso quando a correria começou a desapertar. Li 'Nunca Desista de Seus Sonhos'. O livro me inspirou a voltar a acreditar em mim mesma. Me inspirou a voltar a sonhar, coisa que a gente vai esquecendo quando o número dos nossos anos e dos nossos problemas vão aumentando. Engraçado que quando somos adolescentes admiramos a infância porque não tínhamos problema nenhum, bom, nenhum relevante, na época parecia que era, aí crescemos e percebemos que não é bem assim, que éramos felizes e não sabíamos. Aí viramos adultos, e vemos que na adolescência não tínhamos problemas de verdade também.
Voltando ao livro, Cury fala da importância de sonhar, de como isso é saudável e é isso que dá sentido a nossa vida. Resumindo, os sonhos dão aquele impulso para enfrentarmos o deserto da vida, 'os sonhos que nos inspiram a viver', assim, ele te dá um conselho: Nunca desista de seus sonhos!




Bom, pra começar, é isso... Vou vir aqui muito ainda nessas férias, pois o pouco que estive escrevendo aqui, já vi o quanto me fez bem.