sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Aprendendo a ser Fria...

Ela estava sentada no chão segurando uma faca. Observava o seu brilho reluzente, que brilhava como o ódio por dentro dela. Passando a faca pela ponta dos dedos o sangue escorria... Ela sentia prazer em ver aquele vermelho vivo e quente escorrendo da sua pele.
Não esperava mais nada da vida, não esperava mais nada de ninguém. Aos poucos se esquecia como era sentir. Estava desligada do mundo.
Já não tinha os mesmos sonhos de antes, às vezes nem sonhava. Agora era uma garota com objetivos, com metas a serem cumpridas. Ela não sonhava, e nem se preocupava mais com isso.
As feridas formaram cicatrizes fortes, nada penetrava sua pele... Eram feridas demais, eram cicatrizes demais.
Na vida se aprende tudo. Se aprende a ter caráter, se aprende a ser esperto, se aprende a ser falso e dissimulado, se aprende a ser frio.


Texto: Amanda Ribeiro
Foto: Taylor Momsen

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Incubus - Drive


Às vezes, eu sinto o medo
Da incerteza claramente
E eu não posso fazer nada além de me perguntar por quanto tempo
Eu vou deixar esse medo assumir o volante e me conduzir
Ele já me guiou antes,
E parece ter uma vaga
Atração maciça,
Mas ultimamente eu tenho começado a achar que
Eu deveria ser quem está por trás do volante
O que quer que o amanhã traga, eu estarei lá
Com os braços abertos e os olhos abertos, sim.
O que quer que o amanhã traga, eu estarei lá
Eu estarei lá
Então se eu decidisse renunciar à minha chance de ser mais um na colmeia
Eu escolheria água ao invés de vinho e me assumiria e dirigiria?
Ele já me guiou antes e parece que é assim
Que todo mundo age
Mas ultimamente eu tenho começado a achar que
Quando eu me conduzo minha luz aparece
O que quer que o amanhã traga, eu estarei lá
Com os braços abertos e os olhos abertos, sim
O que quer que o amanhã traga, eu estarei lá
Eu estarei lá
Você escolheria água ao invés de vinho?
Seguraria o volante e dirigiria?
O que quer que o amanhã traga, eu estarei lá
Com os braços abertos e os olhos abertos, sim
O que quer que o amanhã traga, eu estarei lá
Eu estarei lá


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Simples assim...

Não, não entende...
É por isso que eu gosto de palavras simples, nada poético.
Palavras poéticas parecem 'forçar a barra'.
As palavras simples não. Elas são verdadeiras, elas são diretas, e por trás delas tem um significado profundo vindo do coração.
Não quero menosprezar os poetas, eu amo suas poesias. Mas não dá valor as palavras simples é um equívoco.