quarta-feira, 25 de maio de 2011

Que vontade é essa?

Que vontade é essa de simplesmente pegar nas suas mãos? Ter elas encostadas nas minhas? Eu olho pra elas e eu as desejo. Desejo de verdade! As suas mãos... Começar a passar os lábios entre seus dedos, descer até a palma e dar um beijo, depois entrelaçar os seus dedos entre os meus...

É uma vontade simples, mas FORTE que atormenta a minha cabeça...

Ter as suas mãos apertando o meu corpo. Essas mãos grandes e tão adultas...

Melhor eu parar agora antes que meu fôlego acabe...

domingo, 22 de maio de 2011

What the hell is going on?

Eu amo falar essa frase: 'What the Hell?'... Inglês é gostoso de falar, parece beijo de língua. Não o inglês britânico (embora eu ache esse mais charmoso)... Mas... Esse não é o motivo de eu ter dado as caras nesse meu blog empoeirado...

Estou com medo. Estou com medo de olhar. Eu não posso olhar. Se eu olhar eu não vou conseguir segurar o meu coração... Então eu não olho.

Isso é tão arriscado, e eu não sei se é isso que me atrai... O friozinho na barriga, o coração disparando lá dentro, sintomas parecidos com ataque de pânico. Aí eu quero fugir... Sumir... ficar longe de todo mundo.

Esse tipo de coisa me assusta pra caramba. E não é a primeira vez. Mas essa situação é. Na verdade nem tenho certeza se é isso, mas tenho certeza que tem chances de ser.

Fugir ou arriscar?

A palavra risco tem me assustado. Mas eu também tenho sonhado muito acordada com esse risco.   Na minha mente ele é delicioso e lindo ao mesmo tempo. Sentimento de 'querer cuidar' e de 'ser cuidada'... 'Amar' e 'ser amada'. Eu acredito no amor, mas isso é assunto pra, talvez, um outro post.

Tem uma série adolescente que o carinha diz que 'tem que decidir o que é importante para você, manter seu orgulho e não ter nada ou correr o risco e talvez ter tudo?'. Já sacaram qual série estou falando, né? Não que seja uma questão de orgulho, nesse caso é de risco mesmo e das consequencias.

PS.: Odiei escrever consequencias sem o trema... Já falei sobre isso no blog antigo...

Não fuja do assunto, Amanda.

Também não significa que eu nunca arrisquei antes. Eu já arrisquei. Mas nesse caso era diferente. MUITO DIFERENTE!

Também não significa que eu nunca abafei porque eu já tranquei dentro de mim e engoli a chave. Nunca sei qual a melhor decisão. Há, que criatura confusa, alguém aí me vence nessa?

Mas certos perigos, de certa forma me atraem. Acho que isso faz eu me sentir viva, não sei...

Mas é um perigo tão encantador, tão doce, tão DIFERENTE! Pensando bem, é até clichê... E eu odeio coisas clichês...

Tá frio pra caramba, e eu tou aqui tentando 'externar meus sentimentos', como dizem os psicólogos, para não fazer uma provável besteira.

Eu sei de uma coisa... Não, eu não vou falar essa parte. Deixa pra lá...


Música: 'What the Hell' da Avril Lavigne.

domingo, 8 de maio de 2011

Preto ou Branco?

Estou num momento branco da minha vida. Ausência de sentimentos. Não ando ansiosa como antes, também não sinto tristeza profunda, mas também não me sinto feliz. Estou indiferente.

Fico me perguntando se é melhor assim... Comigo é sempre preto ou branco. Mas quando você é indiferente, você não sente. Sentir é essencial para você se sentir humano, para sentir a vida. Mas sentir demais dói... Não sentir nada torna a vida desinteressante...

Eu queria mesmo era uma dose de cinza de vez em quando, branco nos momentos necessários e muito raramente o preto para dar uma emoção. Mas eu não consigo...

Comigo é sempre PRETO ou BRANCO, OITO ou OITENTA.

A garota emocionalmente instável de sempre em seu momento frio.